Importância do Prana
Telefone: De seg. à sex, das 09h às 17h
Curso da Pranica em São José dos Campos
Av. Dr. Jorge Zarur, 81 Torre II – Jardim Apolo
R$ 320,00 à vista ou
R$ 354,00 = 3 x R$ 118,00
R$ 356,00 = 4 x R$ 89,00
R$ 360,00 = 5 x R$ 72,00
Reciclagem: 50% de desconto no valor do curso (trazer a bacia e o esborrifador).
Hospedagem e reserva, direto com o Hotel Mercure – São José dos Campos
Telefone: (12)39042300
www.eusoumaisterapias.com.br
eusou.maisterapias.com
Confira! Entrevista sobre Terapia Prânica no Papo Vanguarda
http://www.youtube.com/watch?v=cu_B1DfyWCQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=v8R95HZmUeM&feature=related
09 e 10 de Julho Curso de Psicoterapia Pranica – Taubaté
Pré-requisito: Curso Avançado de Terapia Pranica. Leia mais
Data: 09 e 10 de Julho
Inscrição até 04 de Julho para definir o local.
Local: Taubaté – SP.
Informação e inscrição: ruthprana@yahoo.com.br
Convenio com Antico Plaza Hotel
Gerente: Bruno Bonani bruno@anticoplazahotel.com.br>
16 e 17 de Julho Curso Básico de Pranica
S.S.Sakya no Brasil, inscrições abertas
As inscrições estão abertas no site http://www.sakyabrasil.org/ venha participar desta maravilhosa oportunidade de receber ensinamentos que promovem uma melhor Qualidade de Vida.:
Rio de Janeiro: Colegio Zaccaria e Academia Brasileira de Letras
Campinas: Vila Antiga
Cabreuva: Mosteiro Sakya Tsarpa
Pernambuco: Universidade Federal de Pernambuco
Timbaúba: CEBB Dharmata
Olinda: Auditório Ribeira – Centro de Convenções e Teatro Guararapes – Centro de Convenções.
18 e 19 de Junho. Curso Básico -Taubaté
Há casos em que o problema está no corpo de energia, como um motor todo sujo de poeira vermelha por exemplo. Nesse caso não adianta pedir para o mecanico consertar o motor, primeiro precisa fazer a limpeza para depois identificar o problema.
O mesmo acontece com o corpo físico, primeiro é removido a energia suja e doente para o médico poder detectar o real problema físico. Lembre-se, o médico não é adivinho para saber que o problema está no corpo de energia então colabore com o profissional da saúde aprendendo a cuidar do seu corpo de energia bioplasmático. Leia mais
Data: 18 e 19 de Junho
Hora: das 8h00 ás 18h00
Local: Taubaté – SP.
informação e inscrição: ruthprana@yahoo.com.br
convenio com Antico Plaza Hotel
Gerente: Bruno Bonani bruno@anticoplazahotel.com.br>
Entrevista da Terapia Pranica na TV Vanguarda
http://youtu.be/WB2TU3s16cw
http://youtu.be/eaoEkkYDSdE
http://youtu.be/rh5ahb_JGOg
O que é Terapia Pranica
Em volta do corpo físico existe o corpo de energia bioplasmatico (bio= vida e plasma= 4º estado da matéria) e um sistema de vórtices de energia (chakras) que são responsaveis pelos órgãos internos.
Todo esse sistema de energia, funciona como um escudo do corpo físico
leia mais …
Parabéns Mãe
É comum as mães dizerem que os filhos não sabem mas elas sabem o que esta acontecendo com êles e com isso dependendo da “intuição” que recebem, fazem oração, telefonam, chamam seus anjos e mentores para proteger seus queridos.
A voces, Mães, que encontram forças e coragem para enfrentar todos os desafios para proteger e proporcionar o melhor para os seus filhos, desejo-lhes um Feliz dia das Mães e que as bênçãos Divinas se derramem sobre suas vidas.
Cursos e atendimentos em Maio
Dia 01 de Maio de 2011
Local: Chácara Lages
Curso Básico de Terapia Pranica
Dias: 14 e 15 de Maio de 2011
Hora: das 8h30 às 18h00
Local: Taubaté – SP.
saiba mais…
Curso Avançado de Terapia Pranica
Dias: 28 e 29 de Maio de 2011
Hora: das 8h30 às 18h00
Local: Taubaté – SP.
saiba mais
Convenio: Antico Plaza Hotel
– informações com Bruno Bonani <bruno@anticoplazahotel.com.br>
Japão por Monja Coen
me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.
Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen
